Turismo nas áreas arqueológicas

 

O Turismo é elevado em algumas áreas arqueológicas em Portugal dependendo da sua importância e acesso às tais. Conímbriga é um excelente exemplo em que o Turismo e a Arqueologia podem estar interligados mas também temos outros exemplos com as Gravuras Rupestres do Vale do Côa, que é Património Mundial declarado pela UNESCO e a Citânia de Briteiros que também se candidatou a tal. Por isso é fácil que todo o Património Arqueológico fique divulgado tanto em Portugal como no Mundo mas ainda é preciso muito trabalho para que tal possa acontecer. Há locais notáveis que estão desconhecidos ou abandonados e entregues há "mercês" do tempo. O Turismo não pode continuar a ser só "sol e praia", temos de apostar também um pouco mais na história. Por exemplo, Tavira, uma cidade que vive fortemente da praia, poderia aproveitar algo que a distingue do resto de Portugal, que é possuir as únicas ruínas Fenícias em Portugal.

 Praia da Ilha de Cabanas, em Tavira

Outro exemplo parecido é um caso junto de Beja, que é uma cidade que tem os seus ganhos na agricultura e aproveitaram o TER (Turismo em Espaço Rural) para ter algum ganho económico, mas esqueceram-se que eles possuem umas ruínas Romanas (Villa Romana de Pisões) que se podem comparar às Ruínas de Conímbriga em Coimbra. E é esta a realidade da ligação entre o Turismo e a Arqueologia Nacional. Vamos ver se conseguimos mudar esta tendência com este site pois o que é preciso é dar a conhecer coisas únicas, e isso, Portugal têm!

 

Mulher a montar a cavalo em Beja