Olissipo

 

    Olissipo era o nome romano que foi dado à actual capital portuguesa, Lisboa. Esta cidade era uma das mais importantes da antiga Lusitânia romana, no entanto, não era a capital. Foi um Município Romano e os seus habitantes eram romanos, apesar de não serem descendentes do mesmo devido a uma aliança entre o governo de Olissipo e Roma. Foi construída uma muralha em redor do núcleo urbano depois dos ataques dos povos lusitanos. O ouro e alguns metais preciosos são levados de Olissipo para Roma. O mais famoso olisiponense foi Sertório porque se revoltou contra Roma e no qual foi apoiado pelas tribos lusitanas. A cidade, nesta altura, era uma das maiores e mais importantes da Península Ibérica e era a única que possuía prédios de vários andares e até um grande Fórum. Olissipo estava inter-ligada por uma estrada a outras duas grandes cidades que eram Bracara Augusta (Braga) e Emerita (Mérida).

Parte das Ruínas de Olissipo

 

    Os romanos deixaram em Olissipo uma Galeria Romana na Rua da Prata que se mantém até aos nossos dias mas só se pode visita-las uma vez por ano devido a que aquela zona ficar inundada grande parte do ano. Durante o tempo dos Romanos, a cidade era extremamente conhecida pela produção de um molho de grande qualidade chamado garum, que era feito à base de peixe e que era exportado em ânforas para Roma e para todo o império. Os deuses mais venerados em Olissipo eram Aracus, Carneus, o deus da Medicina, o Esculápio. No final do domínio Romano, Olissipo era um dos primeiros núcleos a acolher a religião cristã e o seu primeiro Bispo foi São Gens de Lisboa. É possível realizar visitas às galerias mas só durante 3 dias por ano devido à subida das águas do Rio Tejo.

 

Galerias Romanas da Rua da Prata